Diálogo Interativo

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10 julho, 2006

Campione dal mondo!

Não sei se o título acima está correto, mas fato é que a seleção italiana chegou lá. Virou tetra após 24 anos do tri, como o Brasil. Ganhou nos pênaltis, como o Brasil. Contou com uma cobrança perdida do adversário, quase como o Brasil. Essas coincidências são apenas para ilustrar a conquista de ontem. No fundo, não acredito nessa coisa de misticismo, tabus, escritas, superstições e coisas do gênero — aplicadas ao futebol, bem entendido; em outros aspectos da vida humana, no creo en las brujas, pero que las hay, las hay! (já arrisquei aqui italiano e espanhol; sei que tem erros, mas azar!!!).
Não vou estender comentários sobre a burrada (ou tourada??) de Zidane, assunto hoje em todos os jornais. Apenas acho que foi ato totalmente desnecessário, não importa o que o italiano tenha dito, que acabou manchando sua despedida do futebol.
Agora que a Copa acabou, voltamos todos à nossa vida normal e cheia de desafios. O próximo desafio nacional já está em curso desde quinta-feira e será selado no início de outubro. Atenção total a quem deseja amealhar nosso rico votinho. Quem ganhar falará e fará por nós. Olho vivo!!

2 Comments:

  • At 09:50, Blogger Carmen said…

    Oi, João Flávio. Tudo bem?

    Realmente foi triste a atitude do Zidane que, até então, vinha tão bem. Infelizmente o cara tem que saber lidar com provocações porque a gente nunca sabe o nível das pessoas com quem iremos cruzar na vida...

    Agora esse desclassificado que o provocou me lembrou aquele Iago do Shakespeare, que inferniza o Otelo até as últimas conseqüências. Sofrível...

    Depois dessa baixaria toda, que venham as eleições (provavelmente repletas de mais baixarias). Ô vida...

     
  • At 15:32, Blogger João Flávio Resende said…

    Carmen,
    Passados alguns dias da final da Copa, podemos concluir que não teve inocente no episódio da expulsão de Zidane. A comparação com Otelo é perfeita.
    Infelizmente as baixarias fazem parte da vida. Resta-nos nadar de costas no rio de piranhas, como os jacarés. Filtrar o que lemos e determinar como formamos nossas opiniões também ajuda.
    Abraço.

     

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